03 abril 2012

Energia para viver

Imagino que o ser humano tem a necessidade de ser inspirado para viver. Uma das mais fortes inspirações é ser admirado pelas pessoas que ama. São casos como mostrar a mãe a nota 10 que tirou na prova da escola. Mostrar a uma pessoa especial o quanto deseja estar ao seu lado. Curtir essa pessoa, viajando em um mundo infinito cheia de sonhos e glórias.

Amar é preciso... Acho que não preciso dizer mais nada, né?

01 abril 2012

Bloqueio de escritor

Em muitas fases das nossas vidas, nós precisamos enfrentar o papel branco, ou atualmente, uma tela branca onde precisamos preenchê-lo com letras que formam palavras, que estas forma frases e sentenças, formando ao menos um parágrafo para então formar um texto com começo, meio e fim.

Para muitos, a ação de escrever um texto é um grande prazer. Uma forma de expressar sentimentos, compartilhar conhecimentos, enfim, um dom. Mas infelizmente é um dom que não tenho. Mas e esse blog? Acreditam que este blog para mim é só um pretexto para começar a escrever algo? Se eu não precisasse escrever, provavelmente não estaria atualizando e nada do UBSP existir. Mas não tenho a habilidade de compartilhar conhecimento. Sou intelectualmente egoísta e parece que eu gosto de manter o conhecimento somente comigo.

Algo que com certeza eu preciso mudar. E para tal, escrevo aqui algo que eu realmente me sinto a vontade para então quem sabe poder escrever algo que preste mesmo? Sei que a vontade de escrever para mim vem de uma leitura agradável, como por exemplo um bom livro. Mas atualmente não tenho lido e nada portanto, nada de conseguir escrever algo que seja excitante. Putz!

Portanto, sem pensar em conclusão, aqui vai umas dicas:

Para escrever:

  • Leia
  • Escreva o que gosta
  • Se concentre em entrar em um nível mais alto de escrita.
  • Leia mais

30 março 2012

Inspiração


Como qualquer um, vivo um dia por vez. Normal, né? Mas acredito que o ser humano necessite de algo para se encantar com cada dia que vive.

Quando mais jovem, acreditava que todos precisavam buscar a felicidade, e talvez a felicidade eterna. Em alguns casos, até encontramos pessoas idosas que parecem estar vivendo felizes incondicionalmente. Encontrar com a família que vem visitar, preparar aquele franguinho que todos elogiam, fazer o crochê mais lindo que o anterior, estar ao lado do homem mais belo do mundo, pelo menos para ela... Poderíamos citar milhões de coisas que possam motivar toda felicidade aparente. Se perguntarmos para ela, com toda certeza ela irá contar milhares de histórias que iriam nos inspirar e entender o que a faz feliz todo dia.

Confesso que não sou como eu gostaria. Às vezes eu sinto um pouco de depressão e tento me entreter para fugir desta situação. Horas, por que eu não consigo ser feliz como a senhora do parágrafo anterior? Devo aprender a cozinhar melhor? Aprender crochê e deixar a minha masculinidade de lado e suportar toda humilhação depois? Existe algo que não se encaixa bem nesta história.

Mas hoje eu começo a entender um pouco o segredo da felicidade. É como se eu estivesse tentando aprender a fazer conta de matemática. No início, é difícil entender aquela sequência de números, combinados com sinais de cruz ou um sanduíche de pontinhos, poderiam resultar em novos números como mágica. Mas agora estou aprendendo a ser feliz.

Ouvindo um discurso feito pelo cientista já falecido Judah Folkman, ele me ensinou uma palavra nova: epifania, ou para alguns o momento "A-HÁ!". Esse é o momento da boa descoberta. É como se você tivesse descoberto a cura de uma doença tida como incurável. Você logo imagina o quanto essa descoberta iria ajudar as pessoas. Enfim, a descoberta acaba causando uma reação em cadeia que em um dado instante você se sente feliz realmente. Neste momento eu acabo de ter uma epifania: que a felicidade não é um estado estável. Ela termina quando a reação em cadeia acaba.

Significa que se não tiver uma atitude ativa, dificilmente uma pessoa se tornaria feliz, pois a felicidade não vem pronta. Ela deve surgir a partir de um esforço seu. No momento que sentir que o esforço realizado é mínimo se comparado ao retorno merecido que é a felicidade, então teremos um momento longo de felicidade, assim como a senhora que citei no início do texto. Ela é capaz de ser feliz, pois ela sabe encontrar as epifanias de forma eficiente, gerando uma reação em cadeia aparentemente sem fim.

Mas como isso seria possível? Penso que graças à capacidade fácil de ter epifanias, como notar a beleza de uma flor que dia após dia, a flor mostra uma beleza diferente, ou a macarronada que todos apreciam recebe a cada vez que é feita, uma dose de amor e equilíbrio. Acredito que ela seja capaz de apreciar a companhia do marido, mesmo que ele aparente não fazer nada. Ela simplesmente o ama cada vez mais a cada dia que passa.

09 dezembro 2008

Um Mac invadindo o mundo do Linux

No mundo acadêmico, quando se trata em desenvolvimento de softwares, nos ambientes que eu já trabalhei, se usa usualmente a plataforma Linux. Isso porque o Linux oferece um ambiente de desenvolvimento mais maduro, open-source, de rápido crescimento. 

Mas quando aparece um Mac, a coisa muda um pouco. Apesar do Mac ser uma plataforma UNIX certificado, ele não oferece muitas das ferramentas oferecidas no Linux. Talvez nem sejam necessárias, uma vez que ele dispõe do XCode e outras ferramentes. Mas se o usuário quiser manter o mesmo ambiente que usava no Linux, ele terá que passar por uma tragetória cheia de sofrimentos. 

Um exemplo é a ferramenta ctags. A versão oferecida no Mac não suporta a opção de recursividade. Mas graças à boa vontade de desenvolvedores do mundo inteiro, existem formas de driblar essas dificuldades impostas no mundo da informática. Se você precisa de uma versão mais recente do ctags, você tem a opção de usar a ferramenta Darwinports

É só instalar e... ops!

É preciso executar a seguinte linha depois:

export PATH=/opt/local/bin:/opt/local/sbin:$PATH

Outra coisa que ajuda muito o usuário do Linux no Mac é um recurso que deixa o Mac um tanto afeminado no estilo Linux

export CLICOLOR=1
export LSCOLORS=ExFxCxDxBxegedabagacad

04 dezembro 2008

VIM - Uma viagem sem volta

Trabalho com programação. Aquela coisa de nerd, que vive na frente do computador escrevendo coisas que ao olho de uma pessoa normal não fazem o menor sentido. Mas é o meu ganha-pão e gosto do que faz. Talvez vocês não gostem deste post, mas acho que ele será bem útil para a minha vida profissional. Uso um editor de texto baseado em tela de comando. Algo bem parecido com a janela do prompt do DOS. Ele se chama VIM. É feio, mas vivi 2 anos só usando ele e hoje não consigo usar mais nada além. Não porque eu gosto, mas é que quem se acostuma, acaba condicionado a dar uma série de comandos que em outros programas, atrapalharia o trabalho. Na verdade é só uma questão de se acostumar, mas infelizmente não tenho tempo para isso. Entro em um emprego para começar a trabalhar.

Pois bem, sempre que mudo de emprego, sou obrigado a redescobrir os comandos necessários para reconfigurar o VIM, pois nunca me lembro onde eu deixo gravado as minhas configurações. Portanto, desta vez, estarei usando o Blog exclusivamente para a minha vida profissional. A minha configuração é:

map :TlistToggle
map zfa}
syntax on
set hlsearch
set autoindent
set tabstop=2
set shiftwidth=2
set expandtab
set ruler
set tags=/path/to/file/tags

21 fevereiro 2007

A Footless boot - Scene 1

The oldies

Do you remember the eighties? Oh boy, It was a great time. Playing with my friends in front of my home, riding a bicycle, playing with toys, diving into a fantastic world of fantasy. I well remember those days, spending all sunday watching my favorite TV shows: Macgyver, Night-Rider, Air Wolf, Vectorman and so on. The happiness was exactly there, always creating my own universe, an universe where everything is possible. Any reason was a reason to have some fun.

In this new section, 'A footless boot', I will present some memories of my past to use them as seeds of my future happiness. By the way, the way of thinking based on seeds is pretty nice. For example: Suppose that you are learning to speak a foreign language. Our memory needs some base to start creating a phrase to make you able to express some idea. The problem is, our brain is not so creative. So, at beginning, it will get panic! But, if you have a pattern to be used as a base of the phrase that you want to express, it make things easier.

Does this section not make sense? I agree with you. This is my actual situation of my brain. It is trying to set some patterns to organize my ideas that I want to express. I think that it is a way to improve myself. So my friends, if you have any complaint or correction, please tell me.

Moreover, I will try to put some grammar stuff here. Sometimes it's better to study a language in right way, isn't it? See you soon.

06 fevereiro 2007

Cheirando a própria bota - Capítulo Três

Doing your best

De uma certa forma, quando uma pessoa precisa completar um grande tarefa, aquelas de grande importância, ela tenta fazer o melhor que pode. Por outro lado, existem também pessoas que preferem fazer o trabalho de forma que possa terminar o mais rápido possível. A segunda solução pode parecer não muito boa, no entanto isso pode ser um bom caminho para o próprio aprimoramento pessoal.

Completar a tarefa o mais rápido possível é simplesmente essencial. Não importa o quão ruim será o resultado, o importante é terminar o quanto antes. Mas isso seria suficiente? Lógico que não. Terminar a tarefa mais cedo, não significa que ela esteja completa. Significa que está pronto para iniciar um novo ciclo. Como assim? Um processo de produção de um produto, por exemplo, é dividido em várias etapas: Conceito, projeto, protótipo, teste e depois retorna-se ao conceito novamente. As etapas usualmente utilizadas não são como as apresentadas aqui, mas a idéia básica é bem similar. Aqui entra-se o conceito de iteração, onde na fase de projeto, um dado produto dá voltas e mais voltas. Esta é a idéia aperfeiçoamento. No momento que um ciclo de projeto se fecha, fica mais fácil visualizar o todo e então projetar aprimoramentos tanto no produto quanto a sua produção.

Ou seja, a repetição é a forma humana mais adequada para aprimoramento. A repetição e o exercício são fundamentais para todo e qualquer processo que envolva o ser humano.

O mundo dá voltas e a forma que aprendemos nas escolas, no final das contas é a melhor forma, apesar de ser bem chata. Vale lembrar que um grande desafio de cada um é ultrapassar os limites da "chatisse". Vamos à luta?

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19 janeiro 2007

Rápido demais

Quando criança, vivemos uma vida à mil por hora. Grita aqui, corre para lá, cadê o Natal que não chega, o dia das crianças ainda está longe, para os 18, ainda falta um montão... Como gostaria de comprar aquela Playboy...

Bom, com o passar do tempo, o nosso desejo pela velocidade se mostra inversamente proporcional ao tempo. Quanto mais vivemos, mais parece que o tempo realmente está correndo mais rápido. Se pensarmos bem, como conseguimos estudar história, geografia, matemática, química e até aquela aula chata de Educação Moral e Cívica tudo junto?! Hoje, se estudamos uma única matéria, já sofremos o bastante. É lógico que com a idade, o ser humano tem um conhecimento maior, e por causa de toda essa intelectualidade, ela consegue estudar uma matéria de forma mais completa, mais interpretada e minuciosa. Mas perdemos tempo... Já não existe mais aquela vontade de fazer mil coisas, de rezar para que tal compromisso termine o mais rápido possível. A idade mostra que o tempo não é constante. Mas ela é relativa e faz jus à teoria da relatividade de Einstein. Mas ela é lenta, mas significativamente acelerada. A eternidade que sentimos quando criança, se torna em um segundo quando adultos. Quando crescemos, desejamos que o tempo corra mais devagarzinho.

Devagar para não ver os próprios cabelos brancos, ver as pessoas que gostamos envelhecendo... e o pior, adoecendo... O tempo é impiedoso, mas precisamos enfrentá-lo. James McLurkin (M.I.T.) dá uma interessante definição do tempo: "Time is a resource that is more precious than any other resource I've got.".

Comentários sobre comentários - no.12

O próximo passo
Na nossa vida, somos nos mesmos o "centro". Nem acima, nem abaixo dos outros, mas vivendo junto com todas as pessoas que estao ao nosso redor...
Anonymous


Caro Anonymous, não negamos que existam sim outras pessoas ao nosso redor. A idéia de cada um ser o seu centro do universo é um tanto perturbador e um tanto ousada. Mas ousada quando pensamos em sociedade. Ou seja, imagine você tentar provar à sociedade que a razão pela qual o universo existe é simplesmente o fato de que você existe. Já a sociedade não poderá dar razão à idéia, pois se estivesse de acordo, ela mesma estaria se pondo como elemento da própria idéia, ou seja, é a teoria se tentando provar para ela mesma.

08 janeiro 2007

O próximo passo

Hoje eu sinto que estou vivendo o próximo passo. Não propriamente o passo, mas um tempo de transição. Muitas mudanças estão ocorrendo em uma velocidade impressionante e às vezes rápido até demais. Mas rápido apenas para mim, uma opinião pessoal. Talvez essa velocidade seja de fato a velocidade de cruzeiro da vida, ou pelo menos a velocidade de cruzeiro da minha vida. Às vezes eu penso que sou o centro do universo, assim como cada um é o centro do seu próprio universo. Se digo que eu sou o centro, isso pode até provocar um pouco a sociedade, mas não existe forma de provar isso, pois o seu próprio universo só pode estar relacionado à você mesmo. Ou seja, Não dá para provar aos outros que o universo é único e que você mesmo é o seu centro, pois isso só depende de você mesmo. Loucura? Talvez, mas fica aí uma idéia.