06 fevereiro 2007

Cheirando a própria bota - Capítulo Três

Doing your best

De uma certa forma, quando uma pessoa precisa completar um grande tarefa, aquelas de grande importância, ela tenta fazer o melhor que pode. Por outro lado, existem também pessoas que preferem fazer o trabalho de forma que possa terminar o mais rápido possível. A segunda solução pode parecer não muito boa, no entanto isso pode ser um bom caminho para o próprio aprimoramento pessoal.

Completar a tarefa o mais rápido possível é simplesmente essencial. Não importa o quão ruim será o resultado, o importante é terminar o quanto antes. Mas isso seria suficiente? Lógico que não. Terminar a tarefa mais cedo, não significa que ela esteja completa. Significa que está pronto para iniciar um novo ciclo. Como assim? Um processo de produção de um produto, por exemplo, é dividido em várias etapas: Conceito, projeto, protótipo, teste e depois retorna-se ao conceito novamente. As etapas usualmente utilizadas não são como as apresentadas aqui, mas a idéia básica é bem similar. Aqui entra-se o conceito de iteração, onde na fase de projeto, um dado produto dá voltas e mais voltas. Esta é a idéia aperfeiçoamento. No momento que um ciclo de projeto se fecha, fica mais fácil visualizar o todo e então projetar aprimoramentos tanto no produto quanto a sua produção.

Ou seja, a repetição é a forma humana mais adequada para aprimoramento. A repetição e o exercício são fundamentais para todo e qualquer processo que envolva o ser humano.

O mundo dá voltas e a forma que aprendemos nas escolas, no final das contas é a melhor forma, apesar de ser bem chata. Vale lembrar que um grande desafio de cada um é ultrapassar os limites da "chatisse". Vamos à luta?

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19 janeiro 2007

Rápido demais

Quando criança, vivemos uma vida à mil por hora. Grita aqui, corre para lá, cadê o Natal que não chega, o dia das crianças ainda está longe, para os 18, ainda falta um montão... Como gostaria de comprar aquela Playboy...

Bom, com o passar do tempo, o nosso desejo pela velocidade se mostra inversamente proporcional ao tempo. Quanto mais vivemos, mais parece que o tempo realmente está correndo mais rápido. Se pensarmos bem, como conseguimos estudar história, geografia, matemática, química e até aquela aula chata de Educação Moral e Cívica tudo junto?! Hoje, se estudamos uma única matéria, já sofremos o bastante. É lógico que com a idade, o ser humano tem um conhecimento maior, e por causa de toda essa intelectualidade, ela consegue estudar uma matéria de forma mais completa, mais interpretada e minuciosa. Mas perdemos tempo... Já não existe mais aquela vontade de fazer mil coisas, de rezar para que tal compromisso termine o mais rápido possível. A idade mostra que o tempo não é constante. Mas ela é relativa e faz jus à teoria da relatividade de Einstein. Mas ela é lenta, mas significativamente acelerada. A eternidade que sentimos quando criança, se torna em um segundo quando adultos. Quando crescemos, desejamos que o tempo corra mais devagarzinho.

Devagar para não ver os próprios cabelos brancos, ver as pessoas que gostamos envelhecendo... e o pior, adoecendo... O tempo é impiedoso, mas precisamos enfrentá-lo. James McLurkin (M.I.T.) dá uma interessante definição do tempo: "Time is a resource that is more precious than any other resource I've got.".

Comentários sobre comentários - no.12

O próximo passo
Na nossa vida, somos nos mesmos o "centro". Nem acima, nem abaixo dos outros, mas vivendo junto com todas as pessoas que estao ao nosso redor...
Anonymous


Caro Anonymous, não negamos que existam sim outras pessoas ao nosso redor. A idéia de cada um ser o seu centro do universo é um tanto perturbador e um tanto ousada. Mas ousada quando pensamos em sociedade. Ou seja, imagine você tentar provar à sociedade que a razão pela qual o universo existe é simplesmente o fato de que você existe. Já a sociedade não poderá dar razão à idéia, pois se estivesse de acordo, ela mesma estaria se pondo como elemento da própria idéia, ou seja, é a teoria se tentando provar para ela mesma.

08 janeiro 2007

O próximo passo

Hoje eu sinto que estou vivendo o próximo passo. Não propriamente o passo, mas um tempo de transição. Muitas mudanças estão ocorrendo em uma velocidade impressionante e às vezes rápido até demais. Mas rápido apenas para mim, uma opinião pessoal. Talvez essa velocidade seja de fato a velocidade de cruzeiro da vida, ou pelo menos a velocidade de cruzeiro da minha vida. Às vezes eu penso que sou o centro do universo, assim como cada um é o centro do seu próprio universo. Se digo que eu sou o centro, isso pode até provocar um pouco a sociedade, mas não existe forma de provar isso, pois o seu próprio universo só pode estar relacionado à você mesmo. Ou seja, Não dá para provar aos outros que o universo é único e que você mesmo é o seu centro, pois isso só depende de você mesmo. Loucura? Talvez, mas fica aí uma idéia.

06 setembro 2006

Uma bota sem pé - Returns


Sentiu a falta das receitas miraculosas da UBSP? Ficou sem rumo sem a "Na trilha da Bota"? Deixou de pensar sobre a vida depois que parou de cheirar a própria bota? Pois a sua salvação está de volta! "Uma bota sem pé" está de volta! Com a mesma cara, os mesmos editores, a mesma galera do sindicado, ou seja, a mesma bota de sempre! Esperamos que você possa curtir os nossos artigos como nunca e despertar a sua imaginação como sempre foi o objetivo deste blog! Um grande abraço!

24 julho 2006

"Eu queio chá!"

O Japão é um país cheio de opções de compra. Por exemplo, ao invés de termos cinco ou seis opções de refrigerante em um vending machine, existem máquinas que vendem talvez até 20 tipos de bebidas diferentes. O mais interessante é que os produtos são sempre renovados, com novos lançamentos e mudança de embalagem. As diferenças não ficam apenas na marca, mas existem tipos que variam desde água mineral à chá verde. Isso mesmo, o chá nas terras nipônicas são encaradas como uma "espécie de guaraná". O chá é aquele mesmo, com um verde sem graça, sem apelo nenhum para se mostrar ao menos agradável ao paladar. Outra coisa, normalmente o açucar não é incluso. Meu Deus! Eles vendem uma água esverdeada sem sabor???? E o pior é que são vendidos com o mesmo preço da coca-cola e gelados da mesma forma! Muito interessante, uma simples infusão sendo comparada à perfeita química corrosiva da coca. Bom, mas o fato é que o chá é muito apreciado pelos japoneses. Com o passar dos dias, a pessoa acaba se acostumando com o aguado sabor da bebida. Em alguns casos, é possível até descobrir novos sabores antes nunca experimentados. E ao que parece, a cultura do chá é iniciado bem cedo, ainda na idade do "gu-gu da-da".

Em Yokohama, na linha chamada Soutetsu, houve um caso bem interessante que envolvia uma família jovem com uma criança. Os pais jovens, com a velha mania de comprarem o que eles definem como ferramental básico para se criar uma criança, tal como um colete para carregar a criança nas costas dotadas com um tecido especial que absorve o suor tanto do pai quanto da criança, com plugues de dupla segurança para garantir que a criança não caia do colete (alguns dizem que são na verdade camisas de força para tentar manter o pimpolho quieto), cinto extra de segurança, e capacidade de se transformar em um confortável assento para poder carregar a criança no colo dentro de um trem. Existem pessoas que dizem que esses novos pais estão na verdade comprando brinquedos para eles mesmo e que só usam o filho como pretexto. Pois bem, o fato se inicia quando o pai, sedento depois de passar um dia inteiro brincando com os filhos, pede à esposa uma garrafinha de chá. Ela prontamente, como uma boa mãe e esposa atende ao pedido do garotão. Então o pai abre a garrafa e começa a molhar a garganta sedenta. O filho ao ver o pai, quase que em câmera lenta, o som do gargalo ecoando no silêncio do desejo, logicamente fica com vontade de experimentar o "coisa boa". O pai já saciado resolve devolver a garrafa para a esposa.

A criança, de mais ou menos uns seis meses, não é muito habilidoso com os seus membros e então começa a se movimentar. Primeiro verifica onde estão as suas mãos. Opa! Essas coisas compridinhas estão se movimentando como eu quero. Agora cadê a "coisa boa"? O quê? mamãe já pegou de volta? Eu queio! Eu queio! Hmmm... bom, é só esticar os meus coisas compridas que se mexem como eu quero pra pegar o "coisa boa". Urgh! Papai tá me segurando muito forte! Eu preciso me esforçar... Urrgh! Assim não dá, vou falar pra mamãe!: "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! ". Ela vai me entender. O quê? Mas por que mamãe está apalpando o meu bumbum de novo? Não mãe! Eu quero o "coisa boa" que papai glub-glub! Era só o que faltava, agora mamãe me pegou no colo e está de pé. Eu não quero olhar pra fora! Eu quero o "coisa boa"!!! Vou tentar de novo: "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! ". Agora sim... agora mama... Papai???? Não papai, não é pra mexer com o colete. Agora papai quer brincar com o colete... Ai ai ai... Por que ele está tirando o colete de mim? Ninguém me entende? Opa! Acho que papai entendeu! Ele pegou o "coisa boa" e... está glub-glub de novo?!?!?! Eu queio! Eu queio! "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! " Opa! Agora eles entenderam... Mamãe tá limpando a boca do "coisa boa"! Hehehe, Agora sim... Obrigado mamãe, a senhora é uma santa! Agora é só eu ... epa! Que coisa branca é essa na boca do "coisa boa"? É duro, não é bom... E eu nem tenho dente ainda... Papai gosta disso? Papai é estranho... Cansei.

"Ai filhinho! Não é pra jogar no chão!" Ih! mamãe tá brava! Bom, como não entendo nada do que ela fala, eu vou dormir. Boa noite.

17 julho 2006

Vício ou necessidade?

A internet está aí, mudando a vida de milhares de pessoas no mundo inteiro. Ele também está fazendo parte da construção da vida dos jovens, formando uma geração à muitos anos luz da geração coca-cola. De fato, muito se pode aprender usando a internet, ou também desaprender. É muito cômodo procurar uma resposta à uma dúvida de forma simples e principalmente rápida. E seguindo a rapidez das melhorias, cada vez mais essa ferramenta de comunicação, ou melhor, de informação está se tornando, ou já é algo que não podemos mais deixar de lado.

Por outro lado, outros meios de comunicação, tais como a televisão ou mesmo telefone estão cada vez mais se tornando obsoletos. A televisão por um lado está sofrendo mudanças como a sua transição para o sistema digital, que traz um pouco de interatividade. O telefone por sua vez, continua sendo uma necessidade para toda família e firma. No entanto, o próprio aparelho telefônico está deixando de ser necessário. Por incrível que pareça, o mais importante do telefone hoje é o cabo telefônico.

Bom, deixando de lado toda essa transformação dos meios de comunicação, nosso repórter, Beto de Bota está vivendo uma experiência própria deste século. Existem pessoas que tentaram viver sem telefone celular, sem carro e outras loucuras. Nosso repórter está vivendo hoje sem internet em casa. O custo total para se manter conectado à rede internacional está em torno de 100 reais por mês no Japão, atual residência da cobaia.

Hoje ele tem completado dois meses e meio sem a internet. Ao entrevistá-lo, ele levantou alguns pontos interessantes sobre a abstinência eletrônica:


  • A televisão não mais satisfaz o desejo pela informação. Ao que parece, o usuário se sente aprisionado pela restrição imposta pela informação televisiva. De acordo com o entrevistado, a falta de interatividade aumenta a ansiedade.
  • Aumento do stress devido a pressão de procurar as informações antecipadamente. Aumento do consumo de caloria para planejar o que procurar pela net ao ter acesso a uma.
  • Impossibilidade de atualizar a página "Uma bota sem pé" de acordo com o cronograma


Bom, concluindo, nosso repórter disse que hoje, para ele, é impossível viver sem internet. Existem pessoas que tem somente a internet como meio de busca de informações, deixando os tradicionais telefones, televisores e até jornais de lado. Querendo ou não, a internet preencheu uma lacuna da sociedade, tornando-o insubstituível nos dias de hoje. Seria um vício? Talvez. Mas que ele atende a necessidade da sociedade hoje, com rapidez e facilidade em obter informações, conectando milhares e milhares de pessoas no mundo, quebrando barreiras das diferenças culturais e religiosas.

Comentários sobre comentários - no.11

Vovô na trilha da informática
Meu avô já está super atualizado, ontem mesmo mandou um e-mail para o meu pai!
Dichaan está sempre me surpreendendo :]]
Fairynha


Opa! Eis um exemplo vivo de vovô hightech! Parabéns para ele!

Pô tio Bota, não atualiza mais isso aqui não?!!?
Fairynha


Cara Fairynha, como já citado no post "Vício ou necessidade?", atualmente não estamos em condições adequadas para publicar novos posts a "Uma Bota sem pé". Estaremos com o cronograma irregular por tempo indeterminado, até que o editor tenha vergonha na cara e assine um provedor de internet. Nós funcionários da UBSP estamos conversando com a diretoria para melhorar as condições de trabalho, caso contrário, entraremos em greve também por tempo indeterminado. Entre na campanha você também do "Publique o meu post, Editor!".

CsC - no.10
Tais mudanças são inevitáveis, sem dúvida, num mundo tão capitalista como o nosso.. eu admito que gosto de comer no Macdonalds, colocar uma roupa importada e assistir a um filme japonês. Mas o que me perturba mais é que td aquela cultura que o Japão tem parece estar sendo esquecida.. Tá certo que certas coisas não voltam mais.. Mas seria um desperdício uma cultura tão bonita se perder assim. Katsushita virou um museu ao ar livre.. Então se as cidades manterem-se conservadas ao longo do tempo, elas viram museu? :/

Depois eu vejo se encontro Otokowa Tsuraiyo pra baixar no Shareaza hehe
Fairynha


De fato, cara Fairynha. É triste saber que um dia, culturas inteiras podem desaparecer. Infelizmente isso faz parte da cultura da massa, assim define o nosso editor. Hoje, observamos uma sociedade que flui de acordo com o movimento do capital, ou seja, dinheiro. Eis talvez uma das patologias da sociedade de hoje. Uma vez ela se move conforme o dinheiro, isso só faz com que todos se tornem no burro de carga que corre atrás da cenoura pendurada na sua frente. Nesse caso o burro representa a sociedade e a cenoura o dinheiro. O que se pode fazer para melhorar essa situação? Bom, é preciso mostrar à todos outras ambições fora o dinheiro.

Sobre a cidade museu, esse termo nada mais é que uma definição livre do nosso diretor. Mas o que ele quis dizer que a cidade se tornou em um local preservado pela sociedade local e também pela secretaria administrativa do governo local. Significa que um grupo de pessoas desejam que o local seja preservado para futuras gerações. Se isso irá se manter, só o tempo sabe.

01 junho 2006

Vovô na trilha da informática


Muitas vezes ouvimos de pessoas idosas que o computador é inútil, ou que é obra do diabo, ou mesmo um mero brinquedo. Do ponto de vista de muitos deles é que o computador não é uma ferramenta de trabalho assim como o martelo ou o serrote. Ou seja, daquela pequena caixa com uma televisão acoplada nada entra ou nada sai. A única coisa que se pode observar é uma pessoa apertando botões e produzindo cliques frenéticos (o apertar do botão do mouse). Como alguém pode chamar isso de trabalho?

O que os jovens normalmente pensam é que hoje os tempos são outros. Vivemos a era da informação, numa corrida a velocidade da luz. Os jovens estão tão excitados com a velocidade que quando dão de cara com uma observação dessas, eles simplesmente ignoram e cada um segue o seu caminho. Já parou para pensar em apresentar o tal computador para essas pessoas da terceira idade? Digamos, não simplesmente apresentar o computador como ele é ou como os documentos do word ficam mais bonitos. Bom, isso de fato são interessantes, mas hoje se pode fazer muito mais.

O computador hoje é um equipamento tão importante quanto o telefone foi alguns anos atrás. Mas o mais importante não é o aparelho telefônico, isto é, o computador em si. O mais importante é o que se pode fazer com ele. Vamos citar aqui um exemplo. Um japonês imigrante que vive em São Paulo teve a chance de usar o computador conectado à internet. Ele era uma dessas pessoas que diziam horrores sobre aquela caixinha eletrônica. No entanto, ele recebeu algumas aulas de computação e hoje ele recebe e envia e-mails para o Japão. Além disso, ele acessa jornais japoneses e assim pode ler sobre o país e o mundo na sua própria língua. A oportunidade foi dada e o resultado é que este senhor conheceu mais um novo canal de informações. O resultado é que o computador, juntamente com uma conexão de internet, se tornou em uma ferramenta bem empolgante.

Muitos idosos se mostram contra o computador. Talvez se mostrar o que podemos fazer com ele, a forma como pensam a respeito poderia mudar um pouco. E então jovem? Que tal convidar o seu avô para uma partida de xadrez online? Talvez seria você o surpreendido.

Comentários sobre comentários - no.10

DEZ!!! A UBSP alcançou a marca de DEZ posts de comentários! Todo pessoal da edição agradece a audiência e carinho de todos vocês leitores! E esperamos que fique conosco por muitos posts.

Na trilha da Bota - Katsushika
Atualizar-se é importante. O Japão conseguiu grande desenvolvimento pós-guerra e a sua devida autonomia. Mas ultimamente, o país está se ocidentalizando por conta de seus jovens.. Ouvi dizer que americanos são reverenciados pelas japonesas. Toda aquela bela cultura parece estar sendo esquecida pela juventude atual. Modernizar-se é bom, desde que sua origem nunca seja esquecida.
Então Katsushika está salva dessas mudanças toscas??

Ah vc me deu uns chaveirinhos do "Otoko wa Tsuraiyo"!Significa " homem sofre"? hehe é tão sugestivo que virou uma série! Mas fiquei curiosa em assistir..

Bjins!
Fairynha


Sobre a ocidentalização dos jovens, acreditamos que isso não é uma exclusividade japonesa. Se abrirmos bem os nossos olhos, veremos que por exemplo no Brasil, mais e mais a cultura americana está mais incorporada principalmente nos jovens, uma vez que podemos observar que muitos ouvem música americana e consome as guloseimas de lanchonetes de mesma origem. Hoje, do ponto de vista da bota, entende que devido à rendição japonesa para os americanos, muitos costumes da terra do tio San foram inseridos no país. Esse fato possibilitou a entrada de outros países. Hoje, pelas ruas de Tokyo, podemos encontrar bolsas da Louis Vuitton, chás finos da inglaterra (no Japão se bebe até chá com leite!) e podemos encontrar até as melhores botas italianas para trekking! A música está cada vez mais diversificada, mas não herda em geral da música americana. Os carros trazem traços franceses e não da Ford.

Enfim, o que se observa não só aqui, mas na maior parte do mundo, é o fenômeno da globalização. Se isso é bom ou não, depende de cada um no presente. Preservar a antiga cultura seria muito bom, mas não seria muito aplicável para os dias de hoje, em um mundo capitalista tão competitiva. O que se pode fazer? Uma solução foi dada pelo povo de Katsushika, que transformaram a cidade em um museu ao ar livre.

"Otokowa tsuraiyo" poderia ser traduzido como: a vida do homem é dura... e a série encanta todo e qualquer público. Se quiser terminar de assistir um filme com um belo sorriso no rosto, nós recomendamos esse filme.