08 janeiro 2007
O próximo passo
Hoje eu sinto que estou vivendo o próximo passo. Não propriamente o passo, mas um tempo de transição. Muitas mudanças estão ocorrendo em uma velocidade impressionante e às vezes rápido até demais. Mas rápido apenas para mim, uma opinião pessoal. Talvez essa velocidade seja de fato a velocidade de cruzeiro da vida, ou pelo menos a velocidade de cruzeiro da minha vida. Às vezes eu penso que sou o centro do universo, assim como cada um é o centro do seu próprio universo. Se digo que eu sou o centro, isso pode até provocar um pouco a sociedade, mas não existe forma de provar isso, pois o seu próprio universo só pode estar relacionado à você mesmo. Ou seja, Não dá para provar aos outros que o universo é único e que você mesmo é o seu centro, pois isso só depende de você mesmo. Loucura? Talvez, mas fica aí uma idéia.
06 setembro 2006
Uma bota sem pé - Returns

Sentiu a falta das receitas miraculosas da UBSP? Ficou sem rumo sem a "Na trilha da Bota"? Deixou de pensar sobre a vida depois que parou de cheirar a própria bota? Pois a sua salvação está de volta! "Uma bota sem pé" está de volta! Com a mesma cara, os mesmos editores, a mesma galera do sindicado, ou seja, a mesma bota de sempre! Esperamos que você possa curtir os nossos artigos como nunca e despertar a sua imaginação como sempre foi o objetivo deste blog! Um grande abraço!
24 julho 2006
"Eu queio chá!"
O Japão é um país cheio de opções de compra. Por exemplo, ao invés de termos cinco ou seis opções de refrigerante em um vending machine, existem máquinas que vendem talvez até 20 tipos de bebidas diferentes. O mais interessante é que os produtos são sempre renovados, com novos lançamentos e mudança de embalagem. As diferenças não ficam apenas na marca, mas existem tipos que variam desde água mineral à chá verde. Isso mesmo, o chá nas terras nipônicas são encaradas como uma "espécie de guaraná". O chá é aquele mesmo, com um verde sem graça, sem apelo nenhum para se mostrar ao menos agradável ao paladar. Outra coisa, normalmente o açucar não é incluso. Meu Deus! Eles vendem uma água esverdeada sem sabor???? E o pior é que são vendidos com o mesmo preço da coca-cola e gelados da mesma forma! Muito interessante, uma simples infusão sendo comparada à perfeita química corrosiva da coca. Bom, mas o fato é que o chá é muito apreciado pelos japoneses. Com o passar dos dias, a pessoa acaba se acostumando com o aguado sabor da bebida. Em alguns casos, é possível até descobrir novos sabores antes nunca experimentados. E ao que parece, a cultura do chá é iniciado bem cedo, ainda na idade do "gu-gu da-da".
Em Yokohama, na linha chamada Soutetsu, houve um caso bem interessante que envolvia uma família jovem com uma criança. Os pais jovens, com a velha mania de comprarem o que eles definem como ferramental básico para se criar uma criança, tal como um colete para carregar a criança nas costas dotadas com um tecido especial que absorve o suor tanto do pai quanto da criança, com plugues de dupla segurança para garantir que a criança não caia do colete (alguns dizem que são na verdade camisas de força para tentar manter o pimpolho quieto), cinto extra de segurança, e capacidade de se transformar em um confortável assento para poder carregar a criança no colo dentro de um trem. Existem pessoas que dizem que esses novos pais estão na verdade comprando brinquedos para eles mesmo e que só usam o filho como pretexto. Pois bem, o fato se inicia quando o pai, sedento depois de passar um dia inteiro brincando com os filhos, pede à esposa uma garrafinha de chá. Ela prontamente, como uma boa mãe e esposa atende ao pedido do garotão. Então o pai abre a garrafa e começa a molhar a garganta sedenta. O filho ao ver o pai, quase que em câmera lenta, o som do gargalo ecoando no silêncio do desejo, logicamente fica com vontade de experimentar o "coisa boa". O pai já saciado resolve devolver a garrafa para a esposa.
A criança, de mais ou menos uns seis meses, não é muito habilidoso com os seus membros e então começa a se movimentar. Primeiro verifica onde estão as suas mãos. Opa! Essas coisas compridinhas estão se movimentando como eu quero. Agora cadê a "coisa boa"? O quê? mamãe já pegou de volta? Eu queio! Eu queio! Hmmm... bom, é só esticar os meus coisas compridas que se mexem como eu quero pra pegar o "coisa boa". Urgh! Papai tá me segurando muito forte! Eu preciso me esforçar... Urrgh! Assim não dá, vou falar pra mamãe!: "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! ". Ela vai me entender. O quê? Mas por que mamãe está apalpando o meu bumbum de novo? Não mãe! Eu quero o "coisa boa" que papai glub-glub! Era só o que faltava, agora mamãe me pegou no colo e está de pé. Eu não quero olhar pra fora! Eu quero o "coisa boa"!!! Vou tentar de novo: "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! ". Agora sim... agora mama... Papai???? Não papai, não é pra mexer com o colete. Agora papai quer brincar com o colete... Ai ai ai... Por que ele está tirando o colete de mim? Ninguém me entende? Opa! Acho que papai entendeu! Ele pegou o "coisa boa" e... está glub-glub de novo?!?!?! Eu queio! Eu queio! "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! " Opa! Agora eles entenderam... Mamãe tá limpando a boca do "coisa boa"! Hehehe, Agora sim... Obrigado mamãe, a senhora é uma santa! Agora é só eu ... epa! Que coisa branca é essa na boca do "coisa boa"? É duro, não é bom... E eu nem tenho dente ainda... Papai gosta disso? Papai é estranho... Cansei.
"Ai filhinho! Não é pra jogar no chão!" Ih! mamãe tá brava! Bom, como não entendo nada do que ela fala, eu vou dormir. Boa noite.
Em Yokohama, na linha chamada Soutetsu, houve um caso bem interessante que envolvia uma família jovem com uma criança. Os pais jovens, com a velha mania de comprarem o que eles definem como ferramental básico para se criar uma criança, tal como um colete para carregar a criança nas costas dotadas com um tecido especial que absorve o suor tanto do pai quanto da criança, com plugues de dupla segurança para garantir que a criança não caia do colete (alguns dizem que são na verdade camisas de força para tentar manter o pimpolho quieto), cinto extra de segurança, e capacidade de se transformar em um confortável assento para poder carregar a criança no colo dentro de um trem. Existem pessoas que dizem que esses novos pais estão na verdade comprando brinquedos para eles mesmo e que só usam o filho como pretexto. Pois bem, o fato se inicia quando o pai, sedento depois de passar um dia inteiro brincando com os filhos, pede à esposa uma garrafinha de chá. Ela prontamente, como uma boa mãe e esposa atende ao pedido do garotão. Então o pai abre a garrafa e começa a molhar a garganta sedenta. O filho ao ver o pai, quase que em câmera lenta, o som do gargalo ecoando no silêncio do desejo, logicamente fica com vontade de experimentar o "coisa boa". O pai já saciado resolve devolver a garrafa para a esposa.
A criança, de mais ou menos uns seis meses, não é muito habilidoso com os seus membros e então começa a se movimentar. Primeiro verifica onde estão as suas mãos. Opa! Essas coisas compridinhas estão se movimentando como eu quero. Agora cadê a "coisa boa"? O quê? mamãe já pegou de volta? Eu queio! Eu queio! Hmmm... bom, é só esticar os meus coisas compridas que se mexem como eu quero pra pegar o "coisa boa". Urgh! Papai tá me segurando muito forte! Eu preciso me esforçar... Urrgh! Assim não dá, vou falar pra mamãe!: "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! ". Ela vai me entender. O quê? Mas por que mamãe está apalpando o meu bumbum de novo? Não mãe! Eu quero o "coisa boa" que papai glub-glub! Era só o que faltava, agora mamãe me pegou no colo e está de pé. Eu não quero olhar pra fora! Eu quero o "coisa boa"!!! Vou tentar de novo: "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! ". Agora sim... agora mama... Papai???? Não papai, não é pra mexer com o colete. Agora papai quer brincar com o colete... Ai ai ai... Por que ele está tirando o colete de mim? Ninguém me entende? Opa! Acho que papai entendeu! Ele pegou o "coisa boa" e... está glub-glub de novo?!?!?! Eu queio! Eu queio! "Unhééééééé!!!!!!! Unhééééééé!!!!!!! " Opa! Agora eles entenderam... Mamãe tá limpando a boca do "coisa boa"! Hehehe, Agora sim... Obrigado mamãe, a senhora é uma santa! Agora é só eu ... epa! Que coisa branca é essa na boca do "coisa boa"? É duro, não é bom... E eu nem tenho dente ainda... Papai gosta disso? Papai é estranho... Cansei.
"Ai filhinho! Não é pra jogar no chão!" Ih! mamãe tá brava! Bom, como não entendo nada do que ela fala, eu vou dormir. Boa noite.
17 julho 2006
Vício ou necessidade?
A internet está aí, mudando a vida de milhares de pessoas no mundo inteiro. Ele também está fazendo parte da construção da vida dos jovens, formando uma geração à muitos anos luz da geração coca-cola. De fato, muito se pode aprender usando a internet, ou também desaprender. É muito cômodo procurar uma resposta à uma dúvida de forma simples e principalmente rápida. E seguindo a rapidez das melhorias, cada vez mais essa ferramenta de comunicação, ou melhor, de informação está se tornando, ou já é algo que não podemos mais deixar de lado.
Por outro lado, outros meios de comunicação, tais como a televisão ou mesmo telefone estão cada vez mais se tornando obsoletos. A televisão por um lado está sofrendo mudanças como a sua transição para o sistema digital, que traz um pouco de interatividade. O telefone por sua vez, continua sendo uma necessidade para toda família e firma. No entanto, o próprio aparelho telefônico está deixando de ser necessário. Por incrível que pareça, o mais importante do telefone hoje é o cabo telefônico.
Bom, deixando de lado toda essa transformação dos meios de comunicação, nosso repórter, Beto de Bota está vivendo uma experiência própria deste século. Existem pessoas que tentaram viver sem telefone celular, sem carro e outras loucuras. Nosso repórter está vivendo hoje sem internet em casa. O custo total para se manter conectado à rede internacional está em torno de 100 reais por mês no Japão, atual residência da cobaia.
Hoje ele tem completado dois meses e meio sem a internet. Ao entrevistá-lo, ele levantou alguns pontos interessantes sobre a abstinência eletrônica:
Bom, concluindo, nosso repórter disse que hoje, para ele, é impossível viver sem internet. Existem pessoas que tem somente a internet como meio de busca de informações, deixando os tradicionais telefones, televisores e até jornais de lado. Querendo ou não, a internet preencheu uma lacuna da sociedade, tornando-o insubstituível nos dias de hoje. Seria um vício? Talvez. Mas que ele atende a necessidade da sociedade hoje, com rapidez e facilidade em obter informações, conectando milhares e milhares de pessoas no mundo, quebrando barreiras das diferenças culturais e religiosas.
Por outro lado, outros meios de comunicação, tais como a televisão ou mesmo telefone estão cada vez mais se tornando obsoletos. A televisão por um lado está sofrendo mudanças como a sua transição para o sistema digital, que traz um pouco de interatividade. O telefone por sua vez, continua sendo uma necessidade para toda família e firma. No entanto, o próprio aparelho telefônico está deixando de ser necessário. Por incrível que pareça, o mais importante do telefone hoje é o cabo telefônico.
Bom, deixando de lado toda essa transformação dos meios de comunicação, nosso repórter, Beto de Bota está vivendo uma experiência própria deste século. Existem pessoas que tentaram viver sem telefone celular, sem carro e outras loucuras. Nosso repórter está vivendo hoje sem internet em casa. O custo total para se manter conectado à rede internacional está em torno de 100 reais por mês no Japão, atual residência da cobaia.
Hoje ele tem completado dois meses e meio sem a internet. Ao entrevistá-lo, ele levantou alguns pontos interessantes sobre a abstinência eletrônica:
- A televisão não mais satisfaz o desejo pela informação. Ao que parece, o usuário se sente aprisionado pela restrição imposta pela informação televisiva. De acordo com o entrevistado, a falta de interatividade aumenta a ansiedade.
- Aumento do stress devido a pressão de procurar as informações antecipadamente. Aumento do consumo de caloria para planejar o que procurar pela net ao ter acesso a uma.
- Impossibilidade de atualizar a página "Uma bota sem pé" de acordo com o cronograma
Bom, concluindo, nosso repórter disse que hoje, para ele, é impossível viver sem internet. Existem pessoas que tem somente a internet como meio de busca de informações, deixando os tradicionais telefones, televisores e até jornais de lado. Querendo ou não, a internet preencheu uma lacuna da sociedade, tornando-o insubstituível nos dias de hoje. Seria um vício? Talvez. Mas que ele atende a necessidade da sociedade hoje, com rapidez e facilidade em obter informações, conectando milhares e milhares de pessoas no mundo, quebrando barreiras das diferenças culturais e religiosas.
Comentários sobre comentários - no.11
Vovô na trilha da informática
Opa! Eis um exemplo vivo de vovô hightech! Parabéns para ele!
Cara Fairynha, como já citado no post "Vício ou necessidade?", atualmente não estamos em condições adequadas para publicar novos posts a "Uma Bota sem pé". Estaremos com o cronograma irregular por tempo indeterminado, até que o editor tenha vergonha na cara e assine um provedor de internet. Nós funcionários da UBSP estamos conversando com a diretoria para melhorar as condições de trabalho, caso contrário, entraremos em greve também por tempo indeterminado. Entre na campanha você também do "Publique o meu post, Editor!".
CsC - no.10
De fato, cara Fairynha. É triste saber que um dia, culturas inteiras podem desaparecer. Infelizmente isso faz parte da cultura da massa, assim define o nosso editor. Hoje, observamos uma sociedade que flui de acordo com o movimento do capital, ou seja, dinheiro. Eis talvez uma das patologias da sociedade de hoje. Uma vez ela se move conforme o dinheiro, isso só faz com que todos se tornem no burro de carga que corre atrás da cenoura pendurada na sua frente. Nesse caso o burro representa a sociedade e a cenoura o dinheiro. O que se pode fazer para melhorar essa situação? Bom, é preciso mostrar à todos outras ambições fora o dinheiro.
Sobre a cidade museu, esse termo nada mais é que uma definição livre do nosso diretor. Mas o que ele quis dizer que a cidade se tornou em um local preservado pela sociedade local e também pela secretaria administrativa do governo local. Significa que um grupo de pessoas desejam que o local seja preservado para futuras gerações. Se isso irá se manter, só o tempo sabe.
Meu avô já está super atualizado, ontem mesmo mandou um e-mail para o meu pai!
Dichaan está sempre me surpreendendo :]]Fairynha
Opa! Eis um exemplo vivo de vovô hightech! Parabéns para ele!
Pô tio Bota, não atualiza mais isso aqui não?!!?Fairynha
Cara Fairynha, como já citado no post "Vício ou necessidade?", atualmente não estamos em condições adequadas para publicar novos posts a "Uma Bota sem pé". Estaremos com o cronograma irregular por tempo indeterminado, até que o editor tenha vergonha na cara e assine um provedor de internet. Nós funcionários da UBSP estamos conversando com a diretoria para melhorar as condições de trabalho, caso contrário, entraremos em greve também por tempo indeterminado. Entre na campanha você também do "Publique o meu post, Editor!".
CsC - no.10
Tais mudanças são inevitáveis, sem dúvida, num mundo tão capitalista como o nosso.. eu admito que gosto de comer no Macdonalds, colocar uma roupa importada e assistir a um filme japonês. Mas o que me perturba mais é que td aquela cultura que o Japão tem parece estar sendo esquecida.. Tá certo que certas coisas não voltam mais.. Mas seria um desperdício uma cultura tão bonita se perder assim. Katsushita virou um museu ao ar livre.. Então se as cidades manterem-se conservadas ao longo do tempo, elas viram museu? :/
Depois eu vejo se encontro Otokowa Tsuraiyo pra baixar no Shareaza heheFairynha
De fato, cara Fairynha. É triste saber que um dia, culturas inteiras podem desaparecer. Infelizmente isso faz parte da cultura da massa, assim define o nosso editor. Hoje, observamos uma sociedade que flui de acordo com o movimento do capital, ou seja, dinheiro. Eis talvez uma das patologias da sociedade de hoje. Uma vez ela se move conforme o dinheiro, isso só faz com que todos se tornem no burro de carga que corre atrás da cenoura pendurada na sua frente. Nesse caso o burro representa a sociedade e a cenoura o dinheiro. O que se pode fazer para melhorar essa situação? Bom, é preciso mostrar à todos outras ambições fora o dinheiro.
Sobre a cidade museu, esse termo nada mais é que uma definição livre do nosso diretor. Mas o que ele quis dizer que a cidade se tornou em um local preservado pela sociedade local e também pela secretaria administrativa do governo local. Significa que um grupo de pessoas desejam que o local seja preservado para futuras gerações. Se isso irá se manter, só o tempo sabe.
01 junho 2006
Vovô na trilha da informática

Muitas vezes ouvimos de pessoas idosas que o computador é inútil, ou que é obra do diabo, ou mesmo um mero brinquedo. Do ponto de vista de muitos deles é que o computador não é uma ferramenta de trabalho assim como o martelo ou o serrote. Ou seja, daquela pequena caixa com uma televisão acoplada nada entra ou nada sai. A única coisa que se pode observar é uma pessoa apertando botões e produzindo cliques frenéticos (o apertar do botão do mouse). Como alguém pode chamar isso de trabalho?
O que os jovens normalmente pensam é que hoje os tempos são outros. Vivemos a era da informação, numa corrida a velocidade da luz. Os jovens estão tão excitados com a velocidade que quando dão de cara com uma observação dessas, eles simplesmente ignoram e cada um segue o seu caminho. Já parou para pensar em apresentar o tal computador para essas pessoas da terceira idade? Digamos, não simplesmente apresentar o computador como ele é ou como os documentos do word ficam mais bonitos. Bom, isso de fato são interessantes, mas hoje se pode fazer muito mais.
O computador hoje é um equipamento tão importante quanto o telefone foi alguns anos atrás. Mas o mais importante não é o aparelho telefônico, isto é, o computador em si. O mais importante é o que se pode fazer com ele. Vamos citar aqui um exemplo. Um japonês imigrante que vive em São Paulo teve a chance de usar o computador conectado à internet. Ele era uma dessas pessoas que diziam horrores sobre aquela caixinha eletrônica. No entanto, ele recebeu algumas aulas de computação e hoje ele recebe e envia e-mails para o Japão. Além disso, ele acessa jornais japoneses e assim pode ler sobre o país e o mundo na sua própria língua. A oportunidade foi dada e o resultado é que este senhor conheceu mais um novo canal de informações. O resultado é que o computador, juntamente com uma conexão de internet, se tornou em uma ferramenta bem empolgante.
Muitos idosos se mostram contra o computador. Talvez se mostrar o que podemos fazer com ele, a forma como pensam a respeito poderia mudar um pouco. E então jovem? Que tal convidar o seu avô para uma partida de xadrez online? Talvez seria você o surpreendido.
Comentários sobre comentários - no.10
DEZ!!! A UBSP alcançou a marca de DEZ posts de comentários! Todo pessoal da edição agradece a audiência e carinho de todos vocês leitores! E esperamos que fique conosco por muitos posts.
Na trilha da Bota - Katsushika
Sobre a ocidentalização dos jovens, acreditamos que isso não é uma exclusividade japonesa. Se abrirmos bem os nossos olhos, veremos que por exemplo no Brasil, mais e mais a cultura americana está mais incorporada principalmente nos jovens, uma vez que podemos observar que muitos ouvem música americana e consome as guloseimas de lanchonetes de mesma origem. Hoje, do ponto de vista da bota, entende que devido à rendição japonesa para os americanos, muitos costumes da terra do tio San foram inseridos no país. Esse fato possibilitou a entrada de outros países. Hoje, pelas ruas de Tokyo, podemos encontrar bolsas da Louis Vuitton, chás finos da inglaterra (no Japão se bebe até chá com leite!) e podemos encontrar até as melhores botas italianas para trekking! A música está cada vez mais diversificada, mas não herda em geral da música americana. Os carros trazem traços franceses e não da Ford.
Enfim, o que se observa não só aqui, mas na maior parte do mundo, é o fenômeno da globalização. Se isso é bom ou não, depende de cada um no presente. Preservar a antiga cultura seria muito bom, mas não seria muito aplicável para os dias de hoje, em um mundo capitalista tão competitiva. O que se pode fazer? Uma solução foi dada pelo povo de Katsushika, que transformaram a cidade em um museu ao ar livre.
"Otokowa tsuraiyo" poderia ser traduzido como: a vida do homem é dura... e a série encanta todo e qualquer público. Se quiser terminar de assistir um filme com um belo sorriso no rosto, nós recomendamos esse filme.
Na trilha da Bota - Katsushika
Atualizar-se é importante. O Japão conseguiu grande desenvolvimento pós-guerra e a sua devida autonomia. Mas ultimamente, o país está se ocidentalizando por conta de seus jovens.. Ouvi dizer que americanos são reverenciados pelas japonesas. Toda aquela bela cultura parece estar sendo esquecida pela juventude atual. Modernizar-se é bom, desde que sua origem nunca seja esquecida.
Então Katsushika está salva dessas mudanças toscas??
Ah vc me deu uns chaveirinhos do "Otoko wa Tsuraiyo"!Significa " homem sofre"? hehe é tão sugestivo que virou uma série! Mas fiquei curiosa em assistir..
Bjins!Fairynha
Sobre a ocidentalização dos jovens, acreditamos que isso não é uma exclusividade japonesa. Se abrirmos bem os nossos olhos, veremos que por exemplo no Brasil, mais e mais a cultura americana está mais incorporada principalmente nos jovens, uma vez que podemos observar que muitos ouvem música americana e consome as guloseimas de lanchonetes de mesma origem. Hoje, do ponto de vista da bota, entende que devido à rendição japonesa para os americanos, muitos costumes da terra do tio San foram inseridos no país. Esse fato possibilitou a entrada de outros países. Hoje, pelas ruas de Tokyo, podemos encontrar bolsas da Louis Vuitton, chás finos da inglaterra (no Japão se bebe até chá com leite!) e podemos encontrar até as melhores botas italianas para trekking! A música está cada vez mais diversificada, mas não herda em geral da música americana. Os carros trazem traços franceses e não da Ford.
Enfim, o que se observa não só aqui, mas na maior parte do mundo, é o fenômeno da globalização. Se isso é bom ou não, depende de cada um no presente. Preservar a antiga cultura seria muito bom, mas não seria muito aplicável para os dias de hoje, em um mundo capitalista tão competitiva. O que se pode fazer? Uma solução foi dada pelo povo de Katsushika, que transformaram a cidade em um museu ao ar livre.
"Otokowa tsuraiyo" poderia ser traduzido como: a vida do homem é dura... e a série encanta todo e qualquer público. Se quiser terminar de assistir um filme com um belo sorriso no rosto, nós recomendamos esse filme.
22 maio 2006
Na trilha da Bota - Katsushika
Watakushi, umaremo sodatimo Katsushika Shibamatadesu...
(Nasci e cresci em Katsushika, Shibamata)Torajiro Kuruma (Otokowa tsuraiyo)

Japão, terra dos eletrônicos de última geração, do Playstation, do mangá, do sushi e do sashimi. O Japão é hoje o produto da crise pós-guerra. Envergonhados com a derrota na Segunda grande guerra mundial, o povo nipônico lutou para chegar ao nível em que é encontrado hoje. Agora, os japoneses gozam um padrão de vida elevadíssimo, que compete com outros países como a França, Alemanha, Inglaterra ou mesmo os Estados Unidos. Mas por trás deste portrait, ele mantém certas facetas preservadas do passado. Katsushika é um desses lugares esquecidos pelo tempo. Cenário da série "Otokowa Tsuraiyo", estrelado por Kiyoshi Atsumi que fez o papel de Torajiro Kuruma, um vendedor ambulante que se envolve em uma série de incidentes recheados mensagens de amor e moral. Existe até um memorial construído em homenagem ao personagem, com cenários, fotos e objetos usados nas filmagens.
Katsushika fica em Tokyo. Basta descer na estação Katsushita-eki da linha Keiseikanamachi.
12 maio 2006
Shodo - O Caminho da Escrita

Era uma vez um japonês que havia aprendido a escrever, mas sua letra era horrível. Certo dia, enquanto escrevia algo, um jovem camponês viu o seu trabalho e então o criticou: "Caramba! Que letra mais nojenta!". Mas o japonês o respondeu no melhor estilo de Paulo Coelho: "Isso é arte!". Foi assim que garranchos japoneses receberam o status de arte e assim nasceu o SHODO, o caminho da escrita. É lógico que a história partiu de mentes brilhantes da UBSP, mas a arte do SHODO é autêntica e muito nobre. Caracteres japoneses são propositalmente distorcidos com o intuito de inserir os sentimentos do autor em sua grafia. Dizem que através da caligrafia, é possível transmitir a sensação de dor ao escrever amor ,ou medo ao escrever fantasma.
Existem grupos que utilizam a arte como forma de relaxamento e treinamento da concentração. E de fato a arte requer muita concentração. Só para ter uma idéia, é preciso saber manusear bem o pincel, controlando ao mesmo tempo a altura, inclinação, rotação e forma das cerdas do pincel.
Comentários sobre comentários - no.9
Atenção: A UBSP está de volta com o seu cronograma regular. A UBSP agradece a atenção e paciência de todos vocês que ainda lêem o nosso blog.
Que tal administrar um McDonald's?
Querida sobrinha Fairynha, gostaríamos de avisar que a UBSP no momento não presta serviços de venda ou mesmo de entrega. Mas ficamos gratos com o seu comentário e gostaríamos de apresentá-lo na próxima reunião sobre planos de expansão de serviços. Mais uma vez a UBSP ouve os seus leitores para melhor servi-los.
Caro senhor Kimura. A UBSP temporariamente ficou a dever com os seus leitores devido a problemas operacionais. Mas esperamos que a situação se normalize o mais breve possível. A nossa equipe também está torcendo para a audiência do seu blog, pois desta forma acreditamos que aumentaria a nossa consequentemente. E finalmente, boa sorte nos estudos e no trabalho. Você é um grande exemplo de vida.
Que tal administrar um McDonald's?
AHÁ!! É isso que vc anda fazendo qdo diz que está "muito ocupado" né? Ao invés de fazer o delicioso pudim para a sua sobrinha..Fairynha
Querida sobrinha Fairynha, gostaríamos de avisar que a UBSP no momento não presta serviços de venda ou mesmo de entrega. Mas ficamos gratos com o seu comentário e gostaríamos de apresentá-lo na próxima reunião sobre planos de expansão de serviços. Mais uma vez a UBSP ouve os seus leitores para melhor servi-los.
Botones !!
Ow meu, atualiza aeeee !!
Bem, o meu tava mais atrasado que o seu e consegui só agora atualizar (desde 26 de Março até 7 de Maio sem mexer), ainda bem que a agenda ajudou.
To trampando mano, na recepção do Centro Academico, das 22:30 as 6:30. E são 3:30 e o sono tá animaaaaaal !Kimura
Caro senhor Kimura. A UBSP temporariamente ficou a dever com os seus leitores devido a problemas operacionais. Mas esperamos que a situação se normalize o mais breve possível. A nossa equipe também está torcendo para a audiência do seu blog, pois desta forma acreditamos que aumentaria a nossa consequentemente. E finalmente, boa sorte nos estudos e no trabalho. Você é um grande exemplo de vida.
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